Sindicato Rural de Rio Verde https://sindicatoruralrioverde.com.br Produtor, aqui você tem voz! Tue, 20 Oct 2026 11:38:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://sindicatoruralrioverde.com.br/wp-content/uploads/2024/02/favicon.webp Sindicato Rural de Rio Verde https://sindicatoruralrioverde.com.br 32 32 UM EM CADA QUATRO BRASILEIROS QUE TRABALHAM, TRABALHA NO AGRO https://sindicatoruralrioverde.com.br/um-em-cada-quatro-brasileiros-que-trabalham-trabalha-no-agro/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/um-em-cada-quatro-brasileiros-que-trabalham-trabalha-no-agro/#respond Mon, 19 Oct 2026 18:05:01 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3206  

O recorde de 28,4 milhões de ocupados no campo e na cadeia do agronegócio mostra que o setor deixou de ser só o motor da balança comercial e se firmou como o maior empregador do país.

 

Quando se fala em agro, o brasileiro pensa primeiro em safra, exportação e superávit. O segundo trimestre de 2026 pede outro olhar: o agronegócio emprega gente, muita gente.

Foram 28,4 milhões de pessoas ocupadas, o maior número para um segundo trimestre desde 2012, quando o Cepea e a CNA começaram a medir. Isso equivale a 26% de todos os trabalhadores do Brasil. Na prática, em cada grupo de quatro pessoas com trabalho no país, uma está ligada ao agro, seja na lavoura, na indústria, nos insumos ou nos serviços.

O recorde que não grita, mas pesa

O crescimento do trimestre foi discreto: 0,1%, ou 27 mil vagas. O mercado de trabalho brasileiro como um todo cresceu 1,0%, ou 1,08 milhão de pessoas. À primeira vista, o agro ficou para trás.

Mas quem já está num patamar tão alto não precisa correr para continuar sendo o maior. E esse número sustenta uma conta maior: o desemprego nacional caiu para 5,4%, a menor taxa já registrada num segundo trimestre. Um setor que reúne um quarto dos ocupados do país é parte central dessa estabilidade, e não coadjuvante dela.

O campo contrata, e a cadeia se reorganiza

A história mais interessante está dentro do número. O segmento primário, a porteira para dentro, somou 145,8 mil trabalhadores (+1,9%), puxado por café, milho e demais cereais, além de florestas. É o campo dizendo que a produção continua exigindo braço, conhecimento e presença.

Por outro lado, agrosserviços perderam 101,7 mil postos e insumos agropecuários, 15,3 mil. A agroindústria ficou estável, com uma queda de 1,8 mil trabalhadores. Os números sugerem uma cadeia em ajuste, em que a ocupação se desloca entre elos conforme o ciclo de cada atividade.

Quem está empregando, e quem está empreendendo

O perfil da mão de obra traz um dado que merece destaque: os trabalhadores por conta própria aumentaram 2,4% (160,8 mil pessoas) e os empregadores cresceram 3,5% (35,7 mil). O agro está gerando emprego, mas também gerando empreendedores: gente que monta o próprio negócio, contrata e movimenta a economia local.

E há as mulheres. A ocupação feminina cresceu 0,7% (76 mil trabalhadoras) na comparação com o segundo trimestre de 2025, ligeiramente à frente da masculina, que subiu 0,6% (112,5 mil homens). A diferença é pequena, mas simbólica: o agro do século XXI tem cada vez mais rosto, voz e liderança femininos.

O que isso diz para quem comunica o agro

Esse dado é munição de narrativa. Ele permite deslocar a conversa de “o que o agro produz” para “quem o agro sustenta”: famílias, municípios, comércios, escolas e oportunidades que giram em torno de cada safra. Em cidades do interior, esse número tem endereço, nome e sobrenome.

Contar bem essa história é fazer o agro ser reconhecido não só pelo que exporta, mas pelo que emprega e transforma. E esse reconhecimento começa quando a gente troca a frase “o agro é forte” por uma mais simples e mais difícil de contestar: o agro é o emprego de um em cada quatro brasileiros.

Fonte: Boletim Mercado de Trabalho no Agronegócio, Cepea/CNA, 2º trimestre de 2026.

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ENCONTRO DE PRODUTORES ASSISTIDOS SENAR MAIS APRESENTA RESULTADOS NA PRÁTICA EM RIO VERDE https://sindicatoruralrioverde.com.br/encontro-de-produtores-assistidos-senar-mais-apresenta-resultados-na-pratica-em-rio-verde/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/encontro-de-produtores-assistidos-senar-mais-apresenta-resultados-na-pratica-em-rio-verde/#respond Mon, 19 Oct 2026 17:44:32 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3201 Na manhã desta segunda-feira (19/10), o Parque de Exposições de Rio Verde recebeu o Encontro de Produtores Assistidos Senar Mais. Durante o evento, foram apresentados os resultados objetivos obtidos no Sítio Vovó Gerça, do produtor Márcio Ribeiro do Carmo, propriedade atendida pelo programa e acompanhada pelo técnico Marciel Oliveira dos Santos.

Participaram do encontro produtores que também integram o programa de assistência técnica e gerencial do Senar, inclusive da área de avicultura, além de instrutores. O Sindicato Rural esteve representado pelo diretor Lucio Morais e pelo gestor Arialdo Frazão.

 

Como funciona a assistência

O técnico visita a propriedade uma vez por mês, com duração de quatro horas cada visita, totalizando 24 visitas ao longo do atendimento. O trabalho segue o padrão técnico do Senar e acompanha tanto a parte técnica quanto a gerencial, mostrando ao produtor a real situação da propriedade e o caminho para torná-la mais rentável.

A metodologia é composta por cinco etapas:

  1. Diagnóstico Produtivo Individualizado (DPI): na primeira visita, o técnico faz um levantamento completo “da porteira para dentro”, analisando o manejo da produção e as finanças da propriedade, de forma sigilosa.
  2. Planejamento Estratégico: com base no diagnóstico, é construído, junto com o produtor, um plano de ação com metas para todo o período de atendimento.
  3. Adequação Tecnológica: o técnico orienta a aplicação de tecnologias e práticas de manejo para corrigir problemas no solo, nas pastagens, na nutrição animal, no plantio e no controle de custos.
  4. Capacitação Profissional Complementar: o Senar identifica a necessidade de cursos de Formação Profissional Rural e oferece capacitações práticas ao produtor e aos seus colaboradores.
  5. Avaliação Sistemática de Resultados: acompanhamento contínuo, com ferramentas como o Caderno do Produtor e softwares de gestão, para medir a evolução econômica e de produtividade da propriedade.

Troca de experiências

Durante o bate-papo, os participantes compartilharam vivências e conheceram de perto os resultados alcançados pelo produtor assistido, reforçando o valor do acompanhamento técnico contínuo para a tomada de decisão no campo.

Ao final, os presentes foram recebidos com um saboroso almoço, em um momento de confraternização entre produtores, instrutores e representantes do Sindicato Rural.

 

SENAR +

O Senar Mais é o programa de assistência técnica e gerencial do Senar Goiás que transforma a vida dos produtores assistidos. Técnicos de campo: médicos veterinários, agrônomos e zootecnistas, especialistas na cadeia produtiva atendida, visitam mensalmente as fazendas por um período de dois anos, auxiliando o produtor nas tomadas de decisões, implementação de inovações tecnológicas e de gestão, visando melhorar os resultados da propriedade.

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FIM DA ESCALA 6X1: ENTENDA O QUE MUDA PARA O PRODUTOR RURAL https://sindicatoruralrioverde.com.br/fim-da-escala-6x1-entenda-o-que-muda-para-o-produtor-rural/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/fim-da-escala-6x1-entenda-o-que-muda-para-o-produtor-rural/#respond Mon, 19 Oct 2026 17:37:50 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3199 Congresso aprova mudança que garante dois dias de descanso semanal ao trabalhador, sem redução de salário. Sindicato Rural de Rio Verde acompanha a regulamentação e orienta os associados.

 

O Congresso Nacional aprovou o fim da escala 6×1, mudança que altera a organização da jornada de trabalho em todo o país, inclusive no campo. A partir da nova regra, o trabalhador passa a ter direito a dois dias de descanso por semana (escala 5×2), sem redução de salário.

 

O que muda

  • Escala 5×2: cinco dias de trabalho e dois de descanso dentro da semana.
  • Descanso: os dois dias não precisam ser consecutivos.
  • Salário: não sofre redução.

 

Quando começa

A decisão foi promulgada no dia 16 de outubro e entra em vigor no dia 16 de dezembro. A transição será gradual.

Como fica a jornada

A carga semanal máxima, hoje de 44 horas, será reduzida primeiro para 42 horas e, depois, para 40 horas.

O que ainda será definido

Alguns pontos dependem de regulamentação e de orientação jurídica, como a aplicação da regra em atividades com safra e sazonalidade, o pagamento e a compensação de horas extras e outras escalas, como a 12×36. O sindicato recomenda cautela com interpretações antes da definição oficial.

Como o sindicato vai atuar

O Sindicato Rural de Rio Verde está acompanhando os desdobramentos e vai manter os associados informados sobre qualquer atualização. Em caso de dúvidas, entre em contato com o sindicato.

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Mulheres que fazem o agro: a força feminina na diretoria do Sindicato Rural de Rio Verde https://sindicatoruralrioverde.com.br/mulheres-que-fazem-o-agro-a-forca-feminina-na-diretoria-do-sindicato-rural-de-rio-verde/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/mulheres-que-fazem-o-agro-a-forca-feminina-na-diretoria-do-sindicato-rural-de-rio-verde/#respond Thu, 15 Oct 2026 18:37:41 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3186 Neste 15 de outubro, Dia Internacional da Mulher Rural, o Sindicato Rural de Rio Verde homenageia quatro mulheres que ocupam a diretoria da entidade e inspiram quem vive o campo.

Quando pensamos em mulher rural, qual é a primeira imagem que vem à cabeça? Uma mulher na lavoura, na ordenha, na gestão da propriedade? A resposta é: todas elas. A mulher está em milhares de lugares do campo, e cada vez mais nos lugares onde as decisões são tomadas.

No Brasil, as mulheres já representam 40% dos 10,7 milhões de produtores rurais que tomam decisões no setor, segundo o estudo “Perfil da Mulher do Agronegócio Brasileiro: 10 anos de transformação e avanços”, divulgado neste mês pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

A pesquisa mostra que esse crescimento veio acompanhado de mais qualificação e de uma presença mais direta na propriedade:

  • Formação: em 2015, 60% das entrevistadas tinham ensino superior completo. Em 2026, o índice chegou a 77%, um avanço de 17 pontos percentuais.
  • Propriedade: no mesmo período, a parcela de mulheres proprietárias totais ou parciais dos negócios rurais passou de 81% para 91%.

Os números indicam que as mulheres assumem responsabilidades crescentes na gestão e nos rumos dos negócios rurais.

O Censo Agropecuário do IBGE de 2017, o mais recente com recorte por sexo do dirigente, já apontava essa tendência: 19% dos 5,07 milhões de estabelecimentos rurais do país eram dirigidos por mulheres, contra 12,7% em 2006. Quando se somam as que administram a propriedade em parceria com os maridos, o percentual de mulheres na direção chegava a 35%.

Quatro histórias, um mesmo propósito

Em Rio Verde, essa transformação tem nome e sobrenome. A diretoria do Sindicato Rural conta com quatro mulheres que representam, cada uma à sua maneira, a força feminina no agronegócio.

Ana Paula é produtora rural e advogada, e atua ao lado de quem produz. Em um setor historicamente masculino, ela mostra que cada orientação jurídica dada a um produtor também fortalece o lugar da mulher no campo. Do escritório à porteira, a advocacia caminha junto com o agro.

Flávia assumiu sozinha uma fazenda aos 27 anos e descobriu que o maior desafio não era apenas produzir, era liderar. Engenheira agrônoma, mãe, esposa e gestora da Fazenda Alvorada, foi uma das primeiras mulheres a dirigir sozinha uma fazenda de soja na região e a primeira a presidir o Grupo Gapes (Grupo Associado de Pesquisas do Sudoeste Goiano). Seu propósito segue o mesmo: produzir com responsabilidade e sustentabilidade.

Nídia Ribeiro Guerreiro começou sua história com o agro ainda na infância, acompanhando o pai pecuarista. Formada em Gestão do Agronegócio e Agronomia, construiu sua carreira no crédito rural até aceitar o desafio de ir além dos bastidores do financiamento e assumir também o protagonismo na produção. Ao lado do marido, divide as responsabilidades da atividade, cuidando do financeiro, enquanto o filho acompanha a rotina da família. Para chegar lá, precisou de coragem para enfrentar o desconhecido.

Renata Ferguson transformou um desafio em amor. Formada em Engenharia Civil e Técnica Agrícola, chegou à Fazenda Santa Cândida para ajudar o pai na pecuária. O que começou no curral, que ela chamava de escritório, a levou para dentro da lavoura. Em um ambiente predominantemente masculino, precisou conquistar seu espaço, enfrentar a desconfiança e mostrar, dia após dia, que competência não tem gênero. Hoje cuida da lavoura e da gestão da fazenda e prepara as novas gerações para manter vivo o legado da família.

Quando uma mulher ocupa seu espaço, ela abre caminho

Ana Paula, Flávia, Nídia e Renata têm trajetórias diferentes, mas compartilham a coragem de assumir responsabilidades, a firmeza de quem decide e a sensibilidade de quem cuida. Quando uma mulher ocupa seu espaço no campo, ela não abre apenas uma porteira. Ela abre caminho para outras.

O Sindicato Rural de Rio Verde agradece e presta sua homenagem a essas quatro mulheres, e a todas as mulheres rurais que fazem do campo o seu lugar, transformam desafios em conquistas e mostram, todos os dias, que o agro também é feito pela força, pela sensibilidade e pela competência feminina.

Feliz Dia Internacional da Mulher Rural!

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CONAB ESTIMA SAFRA DE GRÃOS 2026/27 EM 367,1 MILHÕES DE TONELADAS https://sindicatoruralrioverde.com.br/conab-estima-safra-de-graos-2026-27-em-3671-milhoes-de-toneladas/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/conab-estima-safra-de-graos-2026-27-em-3671-milhoes-de-toneladas/#respond Thu, 15 Oct 2026 17:20:13 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3182 Primeiro levantamento do novo ciclo aponta crescimento de 1,4% na produção e de 2,3% na área plantada, que pode chegar a 85,4 milhões de hectares

 

A produção brasileira de grãos na safra 2026/27 deve alcançar 367,1 milhões de toneladas, segundo o 1º Levantamento da Safra de Grãos 2026/27, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (15). O volume representa alta de 1,4% em relação ao ciclo 2025/26. A área a ser semeada também deve crescer, com avanço de 2,3%, podendo chegar a 85,4 milhões de hectares.

Soja

A produção de soja é estimada em 181,6 milhões de toneladas, 0,7% acima da última safra. O resultado é impulsionado pela expansão de 1,4% na área, prevista em 49,3 milhões de hectares.

No início de outubro, 15,6% da semeadura já estava concluída, e 57% dessa área se encontrava em desenvolvimento vegetativo. Em Mato Grosso e no Paraná, maiores produtores do grão no país, a área semeada chegava a 25,2% e 36%, respectivamente.

Milho

A área de milho, considerando as três safras do cereal, deve alcançar 23,7 milhões de hectares, aumento de 4,9% em relação a 2025/26. A produção total pode chegar a 148 milhões de toneladas, 2,4% acima da safra anterior.

A primeira safra apresenta o maior crescimento em área, com 4,54 milhões de hectares e incremento de 10,7%. Na região Sul, a semeadura até 9 de outubro já se aproximava de 80% nos três estados, com destaque para Santa Catarina, que atingiu 79,9%.

Arroz

Para o arroz, a Conab projeta queda de 2,9% na produção, estimada em 10,8 milhões de toneladas, em uma área total de 1,53 milhão de hectares. A área de sequeiro deve crescer 7,1%, mas a área irrigada, que responde pela maior parcela da produção nacional, deve recuar 0,4%.

Feijão

A produção total de feijão deve permanecer estável, em 2,9 milhões de toneladas. Na primeira safra, a área semeada é projetada em 808,2 mil hectares, aumento de 1,9%. Já a produção prevista de 963,1 mil toneladas é 1,1% inferior à do ciclo passado, o que ainda mantém o cenário dentro da faixa de estabilidade.

Culturas de inverno

O trigo, com 40,3% da área colhida, tem produção estimada em 5,7 milhões de toneladas em 2026, redução aproximada de 27,2% frente à safra anterior. A queda está associada à diminuição da área plantada e da produtividade.

Mercado

Soja: as exportações do grão estão estimadas em 117,97 milhões de toneladas, alta de cerca de 1,51% (incremento de 1,76 milhão de toneladas). Os embarques de farelo devem crescer 3,06%, chegando a 27,1 milhões de toneladas. No mercado interno, a demanda segue aquecida, impulsionada pelo biodiesel e pelo maior consumo de proteína vegetal.

Milho: no ciclo 2025/26, as exportações devem alcançar 43,9 milhões de toneladas, com estoques ajustados para 16 milhões de toneladas em fevereiro de 2027. O uso do cereal na produção de etanol deve elevar em 6,6% o consumo interno em 2026/27. O cenário segue de exportações em patamares elevados, e os estoques de passagem devem fechar o ciclo em 14,9 milhões de toneladas.

Arroz: a menor disponibilidade interna deve reduzir as exportações em 17,4%, inicialmente previstas em 1,66 milhão de toneladas para 2026/27. Importações e consumo interno devem permanecer estáveis, com projeção de 1,3 milhão de toneladas para aquisições externas e 10,8 milhões de toneladas para o abastecimento interno. Os estoques de passagem devem se estabilizar em 1,4 milhão de toneladas ao final de fevereiro de 2028, volume 22,7% inferior ao esperado para fevereiro de 2027.

Mais informações

Os dados completos do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2026/27 e as análises de mercado dos produtos pesquisados estão disponíveis no site da Conab. Nesta edição, o boletim traz ainda um apêndice com as principais informações sobre o período de vazio sanitário.

Fonte: Conab

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SINDICATO RURAL E CORPO DE BOMBEIROS REFORÇAM PARCERIA NA PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS NO CAMPO https://sindicatoruralrioverde.com.br/sindicato-rural-e-corpo-de-bombeiros-reforcam-parceria-na-prevencao-e-combate-a-incendios-no-campo/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/sindicato-rural-e-corpo-de-bombeiros-reforcam-parceria-na-prevencao-e-combate-a-incendios-no-campo/#respond Tue, 06 Oct 2026 19:21:40 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3168 O Sindicato Rural de Rio Verde recebeu, na tarde desta terça-feira, o comandante do Corpo de Bombeiros de Rio Verde, Tenente-Coronel Ricardo Oliveira, e o Sargento Michalczyk, para um bate-papo institucional sobre prevenção e combate a incêndios e a atuação conjunta das instituições em apoio ao produtor rural.

Durante o encontro, foram discutidas ações de prevenção, os cuidados necessários no período de maior risco de incêndios e a importância da informação para reduzir ocorrências e preservar propriedades, áreas de produção e o meio ambiente.

A proximidade entre o Corpo de Bombeiros e o setor produtivo também foi destacada como uma forma de fortalecer o trabalho preventivo no campo.

Para o Sindicato Rural, manter esse diálogo com as forças de segurança e instituições que atuam diretamente na proteção da população e das propriedades rurais é fundamental para ampliar a orientação aos produtores.

 

Honraria

Durante a visita, o Tenente-Coronel Ricardo Oliveira também realizou a entrega da Moeda Institucional do Corpo de Bombeiros a alguns diretores do Sindicato Rural de Rio Verde.

A moeda é uma honraria utilizada pelo Corpo de Bombeiros como forma de reconhecimento e representação institucional. A entrega simboliza valores como lealdade, integração, respeito e cooperação entre pessoas e instituições que mantêm uma relação de parceria.

O momento reforçou a importância da aproximação entre o Corpo de Bombeiros e o Sindicato Rural, especialmente na construção de ações voltadas à prevenção de incêndios e à segurança no campo.

Sindicato Rural de Rio Verde e Corpo de Bombeiros seguem fortalecendo o diálogo e a parceria em favor do produtor rural e da comunidade.

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PLANTIO DA SOJA 2026/2027 AVANÇA SEM ATRASOS E CLIMA É O PRINCIPAL PONTO DE ATENÇÃO https://sindicatoruralrioverde.com.br/plantio-da-soja-2026-2027-avanca-sem-atrasos-e-clima-e-o-principal-ponto-de-atencao/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/plantio-da-soja-2026-2027-avanca-sem-atrasos-e-clima-e-o-principal-ponto-de-atencao/#respond Mon, 05 Oct 2026 17:10:32 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3165 Brasil já semeou cerca de 10% da área; Goiás está em 7%, segundo o consultor de mercado Ênio Fernandes

 

O plantio da soja da safra 2026/2027 segue em ritmo normal no Brasil. De acordo com o consultor de mercado Ênio Fernandes, cerca de 10% da área nacional já foi semeada até o momento. Em Goiás, o avanço é de aproximadamente 7%.

Não há atrasos registrados até agora. O plantio caminha com certa normalidade em boa parte das regiões produtoras, o que reduz as preocupações, principalmente em relação à janela da segunda safra. Quando a soja é semeada dentro do período ideal, a colheita ocorre a tempo de o produtor implantar a segunda safra (como o milho) no momento mais favorável, o que favorece o potencial produtivo das duas culturas.

Clima segue como principal fator de risco

Apesar do cenário positivo no plantio, o clima é o principal ponto de atenção para a soja neste último trimestre do ano. Tanto a pluviometria quanto a temperatura serão determinantes para o desenvolvimento inicial das lavouras. A regularidade das chuvas nas próximas semanas é essencial para a germinação, o estabelecimento das plantas e o início do ciclo, e temperaturas fora do padrão também podem afetar o desempenho da cultura.

O que observar nas próximas semanas

  • Avanço do plantio: se o ritmo se mantém e a diferença entre Goiás e a média nacional diminui.
  • Distribuição das chuvas: regularidade e volume nas principais regiões produtoras.
  • Temperaturas: possíveis desvios que impactem o desenvolvimento das lavouras.
  • Janela da segunda safra: manutenção do calendário favorável para o plantio da safrinha.

 

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SINDICATO RURAL DE RIO VERDE: Ao lado de quem produz. https://sindicatoruralrioverde.com.br/sindicato-rural-de-rio-verde-ao-lado-de-quem-produz/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/sindicato-rural-de-rio-verde-ao-lado-de-quem-produz/#respond Thu, 01 Oct 2026 16:59:21 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3134  

 

A história do Sindicato Rural de Rio Verde começou em 1958, quando 35 produtores rurais se uniram para criar a Associação Rural de Rio Verde. Desde então, a entidade atua na defesa dos interesses do produtor rural e na busca por melhores condições para o desenvolvimento da atividade no campo.

Em 1968, a associação passou a ser Sindicato Rural, ampliando sua atuação na representação da categoria. Ao longo das décadas, a entidade consolidou sua presença no setor e passou a levar as demandas dos produtores de Rio Verde para os debates estadual e nacional.

Atualmente, o Sindicato Rural de Rio Verde mantém uma atuação próxima dos produtores e participa da discussão de temas que impactam diretamente a atividade rural. Entre eles estão questões relacionadas ao Funrural, ITR, Cadastro Ambiental Rural (CAR), licenciamento ambiental, energia rural e ações de prevenção e combate a incêndios.

Essa atuação é fortalecida por uma diretoria presente e por uma equipe de aproximadamente 20 profissionais, que trabalham diariamente para oferecer atendimento, orientação e serviços ao produtor rural.

SERVIÇOS PARA FACILITAR A ROTINA DO PRODUTOR

Departamento Pessoal
Serviços relacionados à folha de pagamento, admissões, férias, rescisões, encargos, eSocial e atendimento junto a órgãos públicos, além de suporte em fiscalizações.

Assistência Veterinária
Atendimento voltado à saúde e à sanidade do rebanho, com orientações de manejo e prevenção de doenças, procedimentos clínicos e cirúrgicos, exames e acompanhamento técnico.

Departamento Financeiro
Atendimento relacionado a cadastros, contribuições, documentação e apoio na emissão do ITR.

Agricultura Familiar
Orientação e suporte em documentação e demandas relacionadas à atividade da agricultura familiar.

CAPACITAÇÃO, INFORMAÇÃO E OPORTUNIDADES

Além dos serviços, o Sindicato Rural de Rio Verde promove iniciativas que contribuem para a qualificação e o bem-estar de produtores, trabalhadores e suas famílias.

Cursos e treinamentos — SENAR Goiás
Formação profissional, promoção social e programas voltados às necessidades do meio rural.

Monitoramento de Ferrugem Asiática
Acompanhamento e orientação para auxiliar produtores no monitoramento e controle fitossanitário das lavouras.

Equoterapia
Atendimento que utiliza atividades com cavalos como recurso terapêutico, contribuindo para o desenvolvimento e a inclusão de crianças, jovens e adultos.

Espaços para eventos
Estrutura disponível para diferentes tipos de eventos, com Fazendinha da Vovó, Mini Auditório, Galpão, Pancho, Salão Verde e Espaço dos Tropeiros.

 

POR QUE SER ASSOCIADO?

Ser associado ao Sindicato Rural de Rio Verde é contar com uma entidade que representa o produtor e oferece serviços, orientação e oportunidades para apoiar sua rotina.

Ao se associar, o produtor tem acesso a:

  • Representação e defesa dos interesses da categoria;
  • Serviços e assistência para as demandas do dia a dia;
  • Cursos, treinamentos e capacitações;
  • Informações sobre temas que impactam a atividade rural;
  • Programas e iniciativas voltados ao produtor e à sua família;
  • Estrutura e serviços oferecidos pelo Sindicato.

Mais do que prestar serviços, o Sindicato Rural de Rio Verde trabalha para aproximar o produtor das informações, oportunidades e espaços de decisão que fazem parte do dia a dia do setor rural.

 

Se você é produtor rural em Rio Verde, faça parte dessa rede de representação e apoio.

SEJA ASSOCIADO.

Fortaleça quem produz.

Sindicato Rural de Rio Verde
Ao lado de quem produz.

(64) 3051-8700 | (64) 99238-4286

 

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NOVA DIRETORIA DO SINDICATO RURAL DE RIO VERDE ASSUME GESTÃO COM FOCO EM TRABALHO, REPRESENTATIVIDADE E ATENDIMENTO AO PRODUTOR https://sindicatoruralrioverde.com.br/nova-diretoria-do-sindicato-rural-de-rio-verde-assume-gestao-com-foco-em-trabalho-representatividade-e-atendimento-ao-produtor/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/nova-diretoria-do-sindicato-rural-de-rio-verde-assume-gestao-com-foco-em-trabalho-representatividade-e-atendimento-ao-produtor/#respond Wed, 30 Sep 2026 18:14:42 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3119  

                                                                                                       

O Sindicato Rural de Rio Verde deu início, nesta quarta-feira (30), ao processo de transição para a nova gestão, que assume oficialmente a entidade a partir de 1º de outubro. Os novos membros tomaram posse, e estarão à frente da entidade no biênio 2026/2028, tendo Everaldo Barboza Pereira como presidente e Cleibe Maia como vice-presidente.

A cerimônia foi realizada de forma restrita, na sede da instituição, reunindo diretores, colaboradores e representantes do Sistema Faeg/Senar Goiás: o vice-presidente institucional da Faeg, Ailton Vilela, e o superintendente do Senar Goiás, Dirceu Borges.

Ao assumir a presidência, Everaldo destacou a diversidade profissional que compõe a nova diretoria e afirmou que essa pluralidade será importante para ampliar o olhar da entidade sobre as demandas do setor. “Temos uma diretoria formada por profissionais de diferentes áreas e segmentos. Para mim, é motivo de orgulho contar com pessoas tão competentes e preparadas”, afirmou.

Segundo o presidente, a nova gestão será conduzida a partir de um plano estratégico, mantendo o foco na defesa dos interesses do produtor rural e na oferta de serviços que atendam às necessidades dos associados. “Vamos trabalhar com planejamento, diálogo e proximidade. O Sindicato precisa continuar sendo uma instituição efetiva na representação do produtor e na entrega de serviços de qualidade”, ressaltou.

Entre as frentes que devem permanecer em destaque estão a assistência técnica, a qualificação profissional, os serviços oferecidos aos associados, além de ações voltadas ao bem-estar e à qualidade de vida no campo.

Everaldo também destacou o papel dos colaboradores na execução das ações da entidade. Para ele, uma equipe comprometida é fundamental para transformar as decisões da diretoria em resultados para o associado.

O vice-presidente Cleibe Maia reforçou que a nova diretoria estará à disposição dos produtores rurais e que as demandas do setor deverão ser tratadas com atenção e responsabilidade. “O produtor rural poderá contar com todos os membros da diretoria. As pautas relevantes para o setor serão estudadas e discutidas com cada vez mais profundidade, para que possamos contribuir de forma efetiva”, afirmou.

Para Cleibe, a palavra que define o início da nova gestão é trabalho. “Temos muitos desafios pela frente e sabemos da responsabilidade que assumimos. A nossa palavra será trabalho”, destacou.

Faeg e Senar reforçam parceria com o Sindicato

Representando o Senar Goiás, o superintendente Dirceu Borges destacou a trajetória do Sindicato Rural de Rio Verde e sua atuação junto ao produtor. “É uma instituição que serve de exemplo, pioneira em diversas ações. O Senar caminha lado a lado com o Sindicato para melhorar cada vez mais a vida e a qualificação do trabalhador do campo”, afirmou.

Dirceu também desejou sucesso à nova diretoria e reforçou a importância da parceria entre as instituições para enfrentar os desafios do setor agropecuário.

O vice-presidente institucional da Faeg, Ailton Vilela, colocou o Sistema Faeg à disposição da nova gestão e reforçou que as demandas dos produtores estão entre as prioridades da Federação. “A Faeg está à disposição do Sindicato e do produtor rural. As demandas de quem está no campo precisam estar sempre em primeiro lugar nas nossas ações”, afirmou.

A nova gestão assume em um cenário de transformações e desafios para o agronegócio, reforçando o papel do Sindicato Rural como espaço de representação, prestação de serviços, capacitação e defesa dos interesses do produtor.

Para o biênio 2026/2028, a diretoria estabelece como direção o trabalho próximo do associado, o diálogo com o setor e o fortalecimento das ações que já fazem parte da atuação da entidade, ao mesmo tempo em que busca avançar em novas frentes de atendimento e representação.

 

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SOJA EM GOIÁS: EL NIÑO EXIGE CAUTELA DO PRODUTOR NO INÍCIO DA SAFRA 2026/27 https://sindicatoruralrioverde.com.br/soja-em-goias-el-nino-exige-cautela-do-produtor-no-inicio-da-safra-2026-27/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/soja-em-goias-el-nino-exige-cautela-do-produtor-no-inicio-da-safra-2026-27/#respond Mon, 21 Sep 2026 17:02:28 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=3091 Com o plantio autorizado, atenção ao clima deve ir além do volume de chuva: distribuição das precipitações, veranicos e altas temperaturas podem afetar germinação e desenvolvimento inicial das lavouras. 

 

O produtor de soja de Goiás já pode colocar as máquinas em campo para dar início à safra 2026/27. Mas, neste ano, mais do que acompanhar a abertura do calendário, será preciso acompanhar de perto o comportamento do clima.

A safra começa sob a influência de um El Niño de forte intensidade, fenômeno que, segundo as projeções mais recentes, deve permanecer atuando durante a primavera e o verão. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) aponta probabilidade superior a 90% de ocorrência de um evento muito forte nesse período.

Para a agricultura goiana, entretanto, a principal preocupação não está necessariamente em uma redução expressiva do volume total de chuva, mas na forma como essa chuva será distribuída ao longo do tempo.

É justamente esse comportamento que pode transformar uma boa chuva em um cenário de estresse para a lavoura. De acordo com o professor da Universidade de Rio Verde e agroclimatologista Gilmar Oliveira Santos, historicamente, anos de El Niño podem apresentar, na região, volumes de precipitação próximos da média histórica. O problema está na irregularidade. “Pode acontecer uma chuva de 30, 40 ou até 50 milímetros e, depois, vir um período de aproximadamente dez dias sem precipitação”, explica.

Esse intervalo é o chamado veranico e pode representar um dos principais pontos de atenção para as lavouras implantadas no início da temporada.

O cenário é especialmente delicado quando a chuva ocorre logo após a semeadura. Se houver umidade suficiente para iniciar a germinação, mas ela não for mantida nos dias seguintes, a emergência pode ocorrer de maneira irregular. “Uma das preocupações para este ano é justamente a desuniformidade de emergência das plantas”, alerta o especialista, que vai além, explica que o resultado pode ser uma lavoura com plantas em diferentes estágios de desenvolvimento, o que interfere no estabelecimento inicial da cultura e pode aumentar a vulnerabilidade diante de novos períodos de estiagem.

Segundo o agroclimatologista, plantar não significa apenas esperar pela primeira chuva e essa não deve ser a única informação considerada na tomada de decisão. “A pergunta não é apenas “quanto vai chover?”, mas “como essa chuva vai se comportar nos próximos dias?”

O próprio INMET destaca que, em anos de El Niño, aumentam as chances de ocorrência de veranicos durante a primavera e o início do verão em áreas do Centro-Oeste. Por isso, o acompanhamento das previsões meteorológicas precisa fazer parte da rotina do produtor durante a implantação da safra.

 

Calor e solo exposto aumentam o estresse

Outro efeito que merece atenção é a combinação entre ausência de chuva, baixa umidade relativa do ar e temperaturas elevadas.

Quando o solo está protegido por uma boa camada de palhada, essa cobertura ajuda a reduzir a exposição direta à radiação solar e contribui para a conservação da umidade.

Já em áreas com pouco resíduo vegetal ou onde houve ocorrência de queimadas, o solo pode atingir temperaturas mais elevadas, criando um ambiente ainda mais desfavorável para a cultura recém-semeada.

Para a soja, esse cenário pode aumentar o estresse hídrico e comprometer etapas importantes do estabelecimento da lavoura. “Quando fica sem chover, a umidade relativa do ar reduz de forma significativa e a temperatura aumenta. Em solos sem palhada, ou onde houve fogo, a cultura fica exposta a uma condição de temperatura do solo muito mais elevada”, explica Gilmar.

Diante de um cenário de maior irregularidade, o planejamento ganha ainda mais importância. Entre as medidas apontadas pelo especialista estão o uso de cultivares adaptadas à região, o escalonamento da semeadura e a manutenção da palhada, além do acompanhamento constante das condições meteorológicas.

A orientação também vale para quem possui estação meteorológica na propriedade. Segundo Gilmar, os dados locais permitem ao produtor conhecer melhor o comportamento histórico do clima na área e acompanhar previsões mais específicas para sua região.

Para o produtor, a mensagem neste início de safra é simples: não basta comemorar a primeira chuva. É preciso acompanhar a sequência.

Uma precipitação pode ser suficiente para iniciar a implantação da lavoura, mas a continuidade da umidade nos dias seguintes será determinante para a emergência uniforme das plantas e para o estabelecimento inicial da cultura.

 

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