Sindicato Rural de Rio Verde https://sindicatoruralrioverde.com.br Produtor, aqui você tem voz! Wed, 25 Feb 2026 12:47:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://sindicatoruralrioverde.com.br/wp-content/uploads/2024/02/favicon.webp Sindicato Rural de Rio Verde https://sindicatoruralrioverde.com.br 32 32 Alerta ao produtor: aumento do Funrural entra em vigor em abril de 2026 https://sindicatoruralrioverde.com.br/alerta-ao-produtor-aumento-do-funrural-entra-em-vigor-em-abril-de-2026/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/alerta-ao-produtor-aumento-do-funrural-entra-em-vigor-em-abril-de-2026/#respond Wed, 25 Feb 2026 12:40:39 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2680

 

A Lei Complementar nº 224/2025 determinou a redução de benefícios fiscais que não foram excluídos expressamente no texto legal.

 

Com isso, haverá aumento nas alíquotas da contribuição previdenciária rural (FUNRURAL) a partir de 1º de abril de 2026.

Veja como era e como ficará:

 

PRODUTOR RURAL PESSOA FÍSICA E SEGURADO ESPECIAL

Contribuição Até 31/03/2026 A partir de 01/04/2026
Previdência Social 1,2% 1,32%
RAT 0,1% 0,11%
Senar 0,2% 0,2%
Alíquota Final 1,5% 1,63%

Incidente sobre a receita bruta da comercialização.

 

PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA

Contribuição Até 31/03/2026 A partir de 01/04/2026
Previdência Social 1,7% 1,87%
RAT 0,1% 0,11%
Senar 0,25% 0,25%
Alíquota Final 2,05% 2,23%

Incidente sobre a receita bruta da comercialização.

 

Essas mudanças impactam diretamente o custo da produção rural, então é fundamental se planejar financeiramente para 2026.

Se você é produtor rural (PF ou PJ), vale conversar com seu contador e seu advogado para revisarem o planejamento tributário

 

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/alerta-ao-produtor-aumento-do-funrural-entra-em-vigor-em-abril-de-2026/feed/ 0
CAMPO GERA OPORTUNIDADES, MAS QUALIFICAÇÃO FAZ A DIFERENÇA https://sindicatoruralrioverde.com.br/campo-gera-oportunidades-mas-qualificacao-faz-a-diferenca/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/campo-gera-oportunidades-mas-qualificacao-faz-a-diferenca/#respond Thu, 19 Feb 2026 17:19:12 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2668 O número de empregos no agronegócio brasileiro continua crescendo e alcançou um novo recorde: 28,58 milhões de pessoas ocupadas no terceiro trimestre de 2025, o maior patamar desde 2012. Hoje, o setor representa 26,35% de todos os trabalhadores do país.

Mas esse avanço vem acompanhado de uma mudança importante: as contratações estão cada vez mais ligadas à qualificação profissional. O agro está mais tecnológico, mais exigente e mais competitivo. Máquinas modernas, gestão eficiente, controle de custos e sustentabilidade deixaram de ser diferencial e passaram a ser necessidade.

O próprio levantamento mostra crescimento no segmento primário, avanço no número de trabalhadores por conta própria e aumento expressivo da participação feminina. O perfil do profissional do campo está mudando e quem investe em capacitação sai na frente.

É nesse cenário que o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Goiás, reforça sua importância. O Senar atua há mais de 30 anos na formação e qualificação de profissionais do meio rural, oferecendo cursos gratuitos voltados às demandas reais do produtor.

Em parceria com o Sindicato Rural de Rio Verde, o Senar Goiás disponibiliza treinamentos que vão desde operação e manutenção de máquinas agrícolas, operação de GPS, solda elétrica, drone, secagem e armazenamento de grão, até gestão da propriedade, planejamento e inovação no campo. São capacitações práticas, com instrutores qualificados e foco direto na rentabilidade e na sustentabilidade do negócio rural.

O agro está crescendo. As oportunidades estão aumentando. Mas o mercado está selecionando quem está preparado.

Investir em qualificação é investir na continuidade e na competitividade da propriedade. Procure o Sindicato Rural de Rio Verde, conheça os cursos disponíveis. O futuro do agro passa pelo conhecimento.

 

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/campo-gera-oportunidades-mas-qualificacao-faz-a-diferenca/feed/ 0
FIM DA TAXA DO AGRO: DECISÃO ATENDE DEMANDA HISTÓRICA DOS PRODUTORES GOIANOS https://sindicatoruralrioverde.com.br/fim-da-taxa-do-agro-decisao-atende-demanda-historica-dos-produtores-goianos/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/fim-da-taxa-do-agro-decisao-atende-demanda-historica-dos-produtores-goianos/#respond Thu, 19 Feb 2026 13:05:25 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2665 O governador Ronaldo Caiado anunciou, no dia 18 de fevereiro, durante sessão na Assembleia Legislativa de Goiás, o envio de projeto de lei para extinguir a cobrança do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra), conhecido como “Taxa do Agro”.

Criado em 2022, o fundo estabeleceu contribuição sobre a produção agrícola, pecuária e mineral com o objetivo de financiar obras de infraestrutura no Estado, especialmente pavimentação, recuperação e manutenção de rodovias. Desde sua criação, a medida gerou forte reação das entidades representativas do setor produtivo, que apontavam aumento de custos em um cenário já marcado por alta carga tributária e elevação expressiva das despesas com insumos.

Ao justificar a decisão, o governador destacou as dificuldades enfrentadas pelo campo nos últimos anos, como problemas climáticos recorrentes, aumento do custo de produção e queda nos preços de diversas commodities. O contexto, segundo ele, exige medidas que reduzam a pressão financeira sobre quem produz.

O anúncio ocorre em um momento estratégico, em plena colheita e fase inicial de comercialização da safra, quando o fluxo de vendas é intensificado e qualquer impacto sobre a rentabilidade se torna mais sensível. Com a revogação, o governo sinaliza uma tentativa de oferecer maior previsibilidade e fôlego ao setor agropecuário goiano.

A medida atende a uma reivindicação histórica das entidades do agro, que nos últimos meses intensificaram o diálogo institucional com o Executivo estadual, apresentando dados técnicos e relatórios econômicos sobre a perda de competitividade de Goiás frente a outros estados.

Para o presidente do Sindicato Rural de Rio Verde, Everaldo Pereira, o anúncio representa um avanço importante, mas exige acompanhamento atento. “Esperamos que a revogação seja aprovada com celeridade e que as obras já iniciadas sejam concluídas com responsabilidade. O produtor precisa de equilíbrio nas contas para continuar investindo, produzindo e sustentando a economia do nosso Estado”, afirmou.

A tramitação do projeto na Assembleia será agora decisiva para consolidar o fim da cobrança e garantir segurança jurídica ao setor produtivo.

 

 

Foto: Agência Assembleia de Notícias

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/fim-da-taxa-do-agro-decisao-atende-demanda-historica-dos-produtores-goianos/feed/ 0
SINDICATO RURAL PARTICIPA DE REUNIÃO SOBRE VTN E DEFENDE MANUTENÇÃO DA PAUTA DO ITR https://sindicatoruralrioverde.com.br/sindicato-rural-participa-de-reuniao-sobre-vtn-e-defende-manutencao-da-pauta-do-itr/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/sindicato-rural-participa-de-reuniao-sobre-vtn-e-defende-manutencao-da-pauta-do-itr/#respond Thu, 12 Feb 2026 18:31:08 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2655 A diretoria do Sindicato Rural de Rio Verde participou de reunião com o secretário da Fazenda do município, Ênio Freitas de Sene, para tratar da pauta do Valor da Terra Nua (VTN), base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR).

O encontro reuniu representantes de entidades do setor produtivo com o objetivo de discutir os critérios, a metodologia e os valores que poderão ser adotados neste ano.

Durante a reunião, o Sindicato Rural defendeu de forma clara que não haja alteração na pauta do VTN, uma vez que os valores atualmente praticados refletem de maneira mais adequada a realidade do mercado, especialmente diante da significativa desvalorização das terras nos últimos anos e da redução no volume de negociações.

Outro ponto importante discutido foi a formação da comissão responsável pela definição da pauta do VTN. O convênio prevê a possibilidade da criação de uma comissão para discutir os valores. O Sindicato Rural defende a participação de um representante da sociedade civil organizada nesse grupo, garantindo transparência, diálogo e contribuição técnica.

A proposta é que o município permita essa participação ou que seja discutida a criação de um projeto de lei para regulamentar a composição da comissão, assegurando a presença de entidades representativas do setor produtivo.

As entidades também solicitaram acesso à memória de cálculo e à metodologia utilizada para definir os valores da terra, com o objetivo de dar clareza aos critérios adotados e possibilitar o correto acompanhamento por parte dos produtores.

A Prefeitura informou que divulgará a nova pauta, cujos valores passam a ter efeito após a publicação.

O Sindicato Rural de Rio Verde reafirma seu compromisso de atuar de forma responsável, técnica e transparente na defesa dos interesses do produtor rural, buscando segurança jurídica e coerência com a realidade do mercado.

Também participaram da reunião representantes da Acirv, Coderv, Gapes, Soma e Terra Forte.

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/sindicato-rural-participa-de-reuniao-sobre-vtn-e-defende-manutencao-da-pauta-do-itr/feed/ 0
MOSCA-BRANCA EXIGE MONITORAMENTO CONSTANTE NAS LAVOURAS DA REGIÃO https://sindicatoruralrioverde.com.br/mosca-branca-exige-monitoramento-constante-nas-lavouras-da-regiao/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/mosca-branca-exige-monitoramento-constante-nas-lavouras-da-regiao/#respond Tue, 03 Feb 2026 17:07:30 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2650 A presença da mosca-branca tem preocupado produtores rurais e profissionais do campo, especialmente na soja. A praga se alimenta por meio da sucção da seiva das plantas, retirando nutrientes que seriam destinados ao desenvolvimento dos grãos, o que pode resultar em perda de peso e redução da qualidade da produção.

 

Além dos danos diretos, a mosca-branca libera uma substância açucarada durante a alimentação, criando condições favoráveis para o desenvolvimento da fumagina, um fungo que se deposita sobre as folhas. A presença da fumagina provoca amarelamento precoce, queda de folhas e dificulta a fotossíntese, comprometendo o desenvolvimento da planta e o potencial produtivo da lavoura.

 

De acordo com o engenheiro agrônomo Pedro Henrique Silva Vieira Oliveira, as condições climáticas registradas desde o início da safra, marcadas por temperaturas elevadas e períodos com poucas chuvas, favoreceram a proliferação da praga em toda a região. “Em algumas áreas, a mosca-branca foi observada inclusive antes da implantação da cultura da soja. Outro fator que contribui para o aumento da infestação é o plantio escalonado, que mantém áreas em diferentes estádios de desenvolvimento, ampliando as possibilidades de multiplicação da praga”, salienta.

O monitoramento frequente da lavoura é apontado como a principal estratégia para o controle da mosca-branca, com recomendações de acompanhamento até duas vezes por semana. Outro detalhe importante é que a ocorrência de chuvas pode reduzir momentaneamente a população do inseto, porém, em áreas onde a fumagina já está instalada, a umidade pode favorecer o avanço do fungo, exigindo atenção técnica redobrada.

 

O engenheiro agrônomo explica que para o controle da praga, existem alternativas químicas e biológicas, sendo essencial a escolha de produtos que atuem de forma eficiente em todas as fases do ciclo da mosca-branca (ovos, ninfas e adultos). O uso do manejo integrado, com a combinação de diferentes estratégias e produtos biológicos, é destacado como uma prática importante para garantir eficiência e sustentabilidade no controle. “O planejamento antecipado e a adoção de medidas técnicas adequadas são fundamentais para reduzir os impactos da mosca-branca e preservar o potencial produtivo das lavouras”, conclui.

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/mosca-branca-exige-monitoramento-constante-nas-lavouras-da-regiao/feed/ 0
CHUVAS INTENSAS EM JANEIRO DE 2026 EM RIO VERDE https://sindicatoruralrioverde.com.br/chuvas-intensas-em-janeiro-de-2026-em-rio-verde/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/chuvas-intensas-em-janeiro-de-2026-em-rio-verde/#respond Mon, 02 Feb 2026 18:23:02 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2647 Janeiro de 2026 entrou para a história climatológica de Rio Verde ao registrar 475 milímetros de chuva, consolidando-se como o segundo janeiro mais chuvoso desde 1972, segundo dados analisados pelo climatologista Dr. Gilmar de Oliveira Santos. O volume só fica atrás de janeiro de 2013, quando foram contabilizados 539 milímetros.

 

Além do alto acumulado, o que chama atenção é a frequência das precipitações: choveu ou houve registro de chuvisco em 28 dos 31 dias do mês, caracterizando um período de elevada persistência de umidade no solo e no ambiente produtivo. As condições atmosféricas atuais ainda indicam continuidade das chuvas nos próximos dias de fevereiro, mantendo o cenário de atenção para o setor agropecuário.

 

Esse padrão de precipitação ocorre em um momento sensível do calendário agrícola, quando muitos produtores da região iniciam a colheita da soja e se preparam para a entrada das máquinas no campo. O excesso de chuva pode provocar atrasos na colheita e consequentemente atraso no plantio da segunda safra.

 

Outro ponto de preocupação é o impacto direto na qualidade do grão, com risco de elevação da umidade, avarias e maior incidência de doenças fúngicas, especialmente em áreas onde a colheita é postergada. Também há reflexos na logística interna das propriedades, no armazenamento e no cumprimento de contratos.

 

Especialistas reforçam que, diante desse cenário, o produtor deve acompanhar diariamente as previsões meteorológicas e rever o planejamento da colheita.

 

O momento exige decisão técnica, cautela e gestão de risco para reduzir prejuízos e garantir segurança tanto para as equipes quanto para a produção. O acompanhamento climático segue sendo uma ferramenta estratégica para o produtor rural neste início de ano agrícola.

 

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/chuvas-intensas-em-janeiro-de-2026-em-rio-verde/feed/ 0
CAPACETE PARA ATIVIDADES DE PASTOREIO NÃO É EXIGÊNCIA TRABALHISTA, ESCLARECE A FAEG https://sindicatoruralrioverde.com.br/capacete-para-atividades-de-pastoreio-nao-e-exigencia-trabalhista-esclarece-a-faeg/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/capacete-para-atividades-de-pastoreio-nao-e-exigencia-trabalhista-esclarece-a-faeg/#respond Mon, 02 Feb 2026 17:39:48 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2644 Entidade afirma que não houve mudança nas normas e que uso do equipamento segue vinculado à análise de risco da atividade, como já ocorre há mais de duas décadas

Informações que vêm circulando na internet, em textos, podcasts e publicações nas redes sociais, têm gerado preocupação entre produtores e trabalhadores rurais ao sugerirem que teria se tornado obrigatório o uso de capacete de proteção, como os da construção civil, durante atividades rotineiras no campo, como o pastoreio. A Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás, Faeg, esclarece que não houve qualquer alteração nas normas trabalhistas que imponha essa exigência de forma generalizada na atividade rural.

O assunto ganhou repercussão após uma autuação feita por um auditor fiscal do trabalho em uma propriedade no Tocantins. O caso isolado passou a ser interpretado como se representasse uma nova regra válida para todo o país, o que, segundo a federação, não procede. De acordo com a assessoria jurídica da entidade, continuam valendo as normas já existentes sobre segurança e saúde no trabalho rural e sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sem qualquer inclusão recente que obrigue o uso de capacete em atividades como o pastoreio.

A assessora jurídica da Faeg, Rosirene Curado, afirma que as regras estão em vigor há mais de 20 anos sem mudanças nesse ponto. “A NR-31 está em vigência desde 2005, então completa agora 21 anos. Não houve nenhuma alteração nem na NR-31 nem na NR-06 que trate sobre obrigatoriedade do uso de capacete como EPI na atividade rural”, destaca. Segundo ela, o uso do capacete de proteção já é previsto, mas apenas em situações específicas, quando há risco real de queda de objetos ou impacto sobre a cabeça do trabalhador, como em trabalhos em silos, construções, reformas e outras atividades dentro da propriedade que apresentem esse tipo de perigo.

Nesses casos, a exigência não é nova e faz parte da análise técnica de riscos realizada pelo profissional de segurança do trabalho no Programa de Gerenciamento de Riscos da fazenda. “O que aconteceu foi um caso isolado no Tocantins, nesses 21 anos de vigência. As pessoas estão utilizando essa autuação, que a gente nem sabe o resultado, para gerar alarde. Eu quero crer que esse auto vai ser desqualificado. Se não for no Ministério do Trabalho, provavelmente vai cair na Justiça do Trabalho”, afirma a assessora.

Rosirene Curado também chama atenção para a confusão entre capacete de proteção individual e capacete de trânsito. Em propriedades onde o trabalhador realiza o pastoreio com motocicleta, por exemplo, o uso do capacete é obrigatório, mas por força das regras de trânsito, e não da legislação trabalhista rural. “Se a pessoa faz pastoreio de motocicleta, aí sim vai usar capacete, mas isso é regra de trânsito, não é regra trabalhista. É diferente de exigir capacete de construção civil para o pastoreio”, explica.

Ela reforça que o uso de EPI na atividade rural continua sendo definido conforme o risco de cada tarefa. “Vai ser exigido capacete quando o trabalhador estiver em silo, em construção, onde há risco de queda de objetos. Isso já está previsto. Agora, sair para o pastoreio e ter que usar capacete de construção civil? Não.”

A orientação é que produtores e trabalhadores busquem apoio técnico especializado para avaliar corretamente os riscos de cada função, evitando decisões baseadas apenas em conteúdos virais e garantindo o cumprimento das normas já estabelecidas.

Fonte: Comunicação Sistema Faeg/Senar

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/capacete-para-atividades-de-pastoreio-nao-e-exigencia-trabalhista-esclarece-a-faeg/feed/ 0
LABORATÓRIO DO SINDICATO RURAL DE RIO VERDE REFORÇA PAPEL ESTRATÉGICO NO MONITORAMENTO DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA https://sindicatoruralrioverde.com.br/laboratorio-do-sindicato-rural-de-rio-verde-reforca-papel-estrategico-no-monitoramento-da-ferrugem-asiatica-da-soja/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/laboratorio-do-sindicato-rural-de-rio-verde-reforca-papel-estrategico-no-monitoramento-da-ferrugem-asiatica-da-soja/#respond Thu, 29 Jan 2026 17:17:49 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2638 O Laboratório de Análises de Ferrugem Asiática, parceria entre o Sindicato Rural de Rio Verde, Gapes e Xecape Rural, já recebeu cerca de 260 amostras de folhas de soja nesta safra, consolidando-se como uma importante ferramenta de apoio técnico e preventivo ao produtor rural da região Sudoeste de Goiás.

Até o momento, Rio Verde registra um caso confirmado da doença em lavoura comercial e Montividiu também registra um caso. Apesar da confirmação, especialistas destacam que o registro do primeiro caso em Rio Verde ocorreu de forma tardia, o que indica que os produtores têm adotado manejo correto e controle eficiente da doença nas lavouras.

De acordo com a equipe técnica, a principal recomendação neste momento é que o monitoramento continue de forma intensiva, com os produtores mantendo a vigilância constante e encaminhando amostras de folhas para análise sempre que houver suspeita. Além disso, é importante ter cuidado com a soja que está em fase vegetativa e enchendo o grão.

O laboratório do Sindicato Rural de Rio Verde oferece um serviço gratuito, com análises realizadas por profissionais capacitados, garantindo rapidez, precisão nos diagnósticos e orientação técnica ao produtor. Além de auxiliar diretamente nas decisões de manejo, o trabalho contribui para o acompanhamento regional da ferrugem asiática, fortalecendo ações preventivas e reduzindo riscos de perdas na produção.

A iniciativa reafirma o compromisso do Sindicato Rural de Rio Verde com a defesa do produtor rural, a sanidade das lavouras e a disseminação de informação técnica de qualidade, reforçando a importância da prevenção como principal aliada no enfrentamento das doenças da soja.

Produtores interessados podem procurar o Sindicato Rural de Rio Verde, de segunda a sábado.

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/laboratorio-do-sindicato-rural-de-rio-verde-reforca-papel-estrategico-no-monitoramento-da-ferrugem-asiatica-da-soja/feed/ 0
LABORATÓRIO DE FITOPATOLOGIA INICIA ATIVIDADES EM JANEIRO PARA MONITORAMENTO DA FERRUGEM ASIÁTICA DA SOJA EM RIO VERDE https://sindicatoruralrioverde.com.br/laboratorio-de-fitopatologia-inicia-atividades-em-janeiro-para-monitoramento-da-ferrugem-asiatica-da-soja-em-rio-verde/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/laboratorio-de-fitopatologia-inicia-atividades-em-janeiro-para-monitoramento-da-ferrugem-asiatica-da-soja-em-rio-verde/#respond Thu, 18 Dec 2025 12:15:35 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2625 O Laboratório de Fitopatologia, referência no monitoramento e diagnóstico da ferrugem asiática da soja, inicia oficialmente suas atividades no dia 05 de janeiro de 2026, em Rio Verde (GO), com atendimento direto aos produtores rurais da região. O serviço é resultado de uma sólida parceria entre o Sindicato Rural de Rio Verde, Xecape Rural, Gapes e a Universidade de Rio Verde (UniRV), e está disponível há 17 anos, sendo considerado fundamental para a prevenção e o controle da doença.

A ferrugem asiática da soja é a doença mais severa da cultura, com alto potencial de causar prejuízos econômicos. O primeiro registro no Brasil ocorreu em 2001 e, desde então, devido à facilidade de dispersão do fungo — principalmente pelo vento —, a doença se espalhou rapidamente pelas principais regiões produtoras do país. Seu principal dano é a desfolha precoce, que compromete o enchimento dos grãos e resulta em redução significativa da produtividade.

A região de Rio Verde possui histórico de ocorrência da ferrugem asiática em safras anteriores, o que reforça a importância do monitoramento constante, especialmente nas fases iniciais do desenvolvimento da soja. A agressividade da doença exige diagnóstico rápido e decisões técnicas precisas para garantir um controle eficiente e evitar perdas na lavoura. Vale destacar que a ferrugem asiática pode surgir com apenas dois dias de molhamento foliar, o que aumenta ainda mais a necessidade de vigilância contínua.

Diante desse cenário, o laboratório reabre suas atividades a cada safra justamente para auxiliar o produtor rural, oferecendo suporte técnico, diagnóstico confiável e informações estratégicas para a tomada de decisão no manejo da cultura. O trabalho desenvolvido contribui diretamente para a sustentabilidade da produção e para a segurança fitossanitária da região.

O atendimento será realizado de segunda a sexta-feira, das 07h30 às 11h00 e das 12h00 às 17h00. Aos sábados, o laboratório funcionará das 08h00 ao meio-dia. O serviço é gratuito e está disponível para todos os produtores rurais, associados ou não, reforçando o compromisso das instituições parceiras com a defesa sanitária da soja e com o fortalecimento do agronegócio regional.

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/laboratorio-de-fitopatologia-inicia-atividades-em-janeiro-para-monitoramento-da-ferrugem-asiatica-da-soja-em-rio-verde/feed/ 0
COMISSÃO DE COMBATE AOS INCÊNDIOS PLANEJA AÇÕES PARA 2025 https://sindicatoruralrioverde.com.br/comissao-de-combate-aos-incendios-planeja-acoes-para-2025/ https://sindicatoruralrioverde.com.br/comissao-de-combate-aos-incendios-planeja-acoes-para-2025/#respond Wed, 17 Dec 2025 18:32:50 +0000 https://sindicatoruralrioverde.com.br/?p=2622 O presidente da Comissão de Combate aos Incêndios na Zona Rural, Vanderlei Seco e o Gestor do Sindicato Arialdo Frazão, estiveram reunidos na manhã desta sexta-feira (28) na Sala do Agro com o diretor Guilherme Campos, o comandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Felipe, e o Major Ricardo, além de representantes de empresas de aviação agrícola. O encontro teve como objetivo alinhar estratégias e iniciar, de forma antecipada, o planejamento das ações de combate aos incêndios para o próximo ano.

A reunião reforça a importância da preparação antecipada, permitindo que ajustes, investimentos e melhorias sejam estruturados antes do período crítico. Entre os pontos discutidos, esteve a necessidade de fortalecer a integração entre as equipes, otimizar recursos, aprimorar rotas de atuação e garantir maior agilidade nas respostas às ocorrências.

O Sindicato Rural de Rio Verde, por meio da Comissão, segue comprometido em atuar preventivamente, proteger propriedades rurais e apoiar o produtor em um dos temas mais sensíveis da atividade agropecuária: a segurança contra incêndios. A antecipação do planejamento é fundamental para minimizar riscos, reduzir danos e preservar vidas, patrimônios e áreas produtivas.

As ações continuarão sendo alinhadas ao longo dos próximos meses, reforçando o trabalho conjunto entre instituições públicas, setor privado e produtores rurais.

]]>
https://sindicatoruralrioverde.com.br/comissao-de-combate-aos-incendios-planeja-acoes-para-2025/feed/ 0